Caio Camargo

Arquitetura de varejo
São Paulo - SP - Brasil
www.falandodevarejo.com.br
Arquiteto e MBA em Marketing pela FGV. Atua há mais de 11 anos nas áreas de merchandising e projetos para o varejo tendo trabalhado em empresas como Home Center Uemura, C&C Casa e Construção, Dicico, além de diversos projetos para outras empresas. Especialista em desenvolvimento e projetos para PDV, Comunicação visual e layout de lojas, é autor do blog Falando de Varejo (www.falandodevarejo.com.br), além de palestrante e autor de artigos sobre o tema.
Como vender mais e ganhar dinheiro com o Twitter
Olá a todos
Você já ouviu falar do twitter? Para quem ainda não sabe, o twitter é uma das redes sociais que mais cresce no mundo, e provavelmente uma das que criarão um forte impacto na maneira de nos comunicarmos nos próximos tempos (tempos, pois na velocidade que o mundo da informação tem girado, já é dificil determinar se para tempos seria mais apropriado anos, meses, ou até mesmo semanas...)

Para aqueles que não conhecem, o twitter é uma ferramenta gratuita (sim, grátis !!!), que funciona similar à um microblog. No twitter são permitidos apenas 140 caracteres por postagem. O que poderia parecer como uma limitação, na verdade deu asas à imaginação, criando uma nova maneira de se comunicar. Há pessoas que utilizam a ferramenta para literalmente narrar cada passo dado. (Estou lendo/ Estou vendo tv/ Volto daqui a pouco/ Vou tomar banho, e por aí vai...)
Até aí você deve estar se perguntando: Mas o que que o twitter tem a ver com o varejo, e como posso utilizar este para vender mais? Uma das grandes sacadas do twitter, é que ao passo que voce adiciona amigos, voce passa a acompanhar suas postagens automaticamente, algo como um Big Brother escrito.

Então, ao passo que lhe adiciono, passo a acompanhar ininterruptamente todas suas postagens, de forma voluntária (é o leitor que decide se vai segui-lo ou não), e muito mais interessante do que um spam, ou e-mail não desejado.
Iniciado pelas revistas e canais de informação, que viram no twitter uma excelente oportunidade de divulgar as informações como pequenos “drops” ao leitores, alguns varejistas conseguiram visualizar excelentes novas oportunidades de mercado.

Empresas como Tecnisa, Dell, Submarino, entre outras têm descoberto o impacto que o twitter pode causar nos próximos anos, utilizando de grandes e inteligentes estratégias.

Na verdade, o twitter permite criar e divulgar excelentes campanhas, à custo zero.
Algumas estratégias que vem dando certo:

· Divulgação e inscrição para eventos ou lançamentos: “Clique aqui e saiba mais sobre a estréia de hoje nos cinemas: Wolverine” (chamativo e com apenas 73 caracteres)
· Convites para se cadastrar à empresas ou à newsletters: “Preencha hoje nosso cadastro e concorra à uma viagem ao Nordeste” (promoção com 64 caracteres)
 
· Divulgação de empregos e ofertas de trabalhos: “Vaga gerente de marketing em São Paulo” (ocupou somente 38 caracteres !!)
 
· Propaganda sazonal: “Tem duvida para presente de dia das mães? Acesse nosso site e veja excelentes promoções” (olha só: uma promoção em 87 caracteres !)
 
· Promoções instantâneas: "Na próxima hora, quem ligar para xxxx-xxxx, ganha um super desconto na compra do produto taltaltal...." (outra promoção, agora em 102 caracteres !)
 
· Promoção direta: "Computador XPTO HD 500GB 4Gb Ram Placa de video 512Mb, por apenas R$ 1500,00. Clique aqui" (com informações técnicas e apenas 89 caracteres !)

É interessante avaliar, que ao contrário de outras mídias de internet, a praticidade do twitter é incrível. Como até o momento, só é possível postar através de texto, e da mesma maneira que todo mundo, não são necessários custos para a confecção e implantação de banners ou imagens específicas, otimizando o tempo e o custo das operações de divulgação e marketing.

Deixando um pouco o lado promocional de lado, estar no twitter também pode ser uma excelente ferramenta para avaliar o feedback de seus consumidores, além de poder medir também o quanto seus consumidores adoram sua marca, uma vez que o processo de associação é voluntário da parte de seu consumidor.

Do mesmo modo, “seguir” seu consumidor no twitter pode ser uma excelente maneira de demonstrar a importância que você dá à ele. Ou seja, além do âmbito promocional, o twitter pode ser uma excelente estratégia de fidelização e comunicação com seus clientes, e novamente, vou grifar: ética e gratuitamente.

Ainda não é possível prever se o twitter será realmente um avanço ou somente uma febre como o Second Life (alguem se lembra disso?), onde várias empresas abriram até mesmo lojas virtuais – até a Globo chegou a entrar nessa onda !

Entrentanto, se é gratuito e pode render tão bons frutos, por que não tentar? Eu já estou lá: www.twitter.com/falandodevarejo

Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
http://www.falandodevarejo.blogspot.com/

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População de baixa renda impulsiona comércio eletrônico no Brasil
Num dos ultimos posts, falamos sobre o consumidor popular dentro do varejo eletronico brasileiro. Veja este artigo abaixo:

População de baixa renda impulsiona comércio eletrônico no Brasil
Artigo publicado por CLICRBS

Nos últimos dois anos os chamados consumidores de baixa renda, distribuídos nas classes C, D e E, passaram a consumir mais produtos e serviços por meio do comércio eletrônico, ganhando posição de destaque no atual cenário econômico.
Segundo estudo da Avenida Brasil, agência de publicidade especializada em consumo de baixa renda, 75% dos internautas tem renda de até cinco salários mínimos mensais.
A análise também estima que 70% do potencial de expansão do setor venha das classes C, D e E.
Hoje, a maioria dos computadores está em domicílios da classe C. Além disso, a classe C brasileira ficou maior no país, representando hoje, de acordo com recentes informações divulgadas pela Fundação Getulio Vargas, cerca de 53% da população.
Para o consultor e especialista Renato Meirelles, da agência de publicidade Avenida Brasil – o potencial de expansão do e-commerce brasileiro é enorme, já que os consumidores da base da pirâmide econômica detém hoje 69% dos cartões de crédito no país e as vendas de computadores para estas classes vem crescendo.
 
 
 

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ACSP lança WebFórum de e-commerce durante evento sobre inclusão digital para MPEs

A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) lançou, nesta quarta-feira (08/04/09), durante o Ciclo de seminários: Comércio Eletrônico para Micro e Pequena Empresa", o WebFórum de e-commerce para MPEs.

 

Hospedado no endereço www.acsp.com.br/e-commerce, esse canal interativo servirá para que empresários das micros e pequenas empresas tirem suas dúvidas, enviem seus questionamentos, experiências e sugestões sobre tudo o que envolve o mundo do comércio eletrônico. “Ao desenvolvermos esse canal criamos uma forma direta de apoiar os empresários e empreendedores para que possam operar nesse ambiente”, explica Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP e idealizadora do projeto.

 

A proposta da ACSP é fornecer orientações às MPEs sobre as formas mais efetivas de participação no universo do comércio eletrônico, abordando temas como infraestrutura para montar uma loja virtual, gestão de risco, registro de domínios, hospedagem de site, meios de pagamento, logística de entrega de produtos, webmarketing, entre diversos outros temas.

 

Foram exatamente esses os temas apresentados pelos profissionais das empresas parceiras durante o seminário realizado em parceria com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e-net).

 

O projeto de "internetização" da ACSP, além de ensinar o essencial do comércio online, promoverá o contato diário com esse público por meio do WebFórum, finaliza Sandra Turchi.


A ACSP também fechou parcerias com a HSM, líder mundial em educação executiva, com a PC Magazine, veículo que apresenta amplitude de informações sobre esse segmento de atuação, e com o Portal Mundo do Marketing, Revista eletrônica especializada que informa, discute e promove o mundo do marketing. Essas parcerias apoiarão o WebFórum com conteúdo enriquecedor sobre e-commerce, marketing viral, webmarketing, tendências digitais para MPEs, redes sociais, entre outros temas.


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Giro rápido pelo mercado
1.)    Best Buy amplia atendimento ao consumidor para blogs
Quando um blogueiro reclamou que a Best Buy acabou com seus planos de dar um presente para seu filho, um funcionário da varejista que costumava acessar a blogosfera respondeu e conseguiu transformar o cliente de um detrator para um advogado da marca. O blogueiro, Patric Welch, disse em seu blog de tecnologia Noobie.com que a Best Buy havia partido o coração de seu filho quando o DVD do filme Madagascar adquirido pelo site BestBuy.com não veio com um pingüim de pelúcia, como prometido. A Best Buy tem uma equipe de dez pessoas que costuma monitorar as citações à marca em blogs e quando uma dessas pessoas leu a reclamação, contatou Welch e mandou dois pingüins de pelúcia para seus dois filhos pequenos, gratuitamente. Como resultado, Welch contou a história do bom atendimento no Noobie.com e acabou por avalizar o bom atendimento da Best Buy. 


Fonte: Internet Retailer/GSMD
 
2.)    Valor do tíquete médio nas lojas virtuais cresce 30%
O desenrolar da crise financeira não causou grandes abalos às operações de comércio eletrônico no País, visto que o segmento encerrou o ano passado com crescimento de 30% no valor do tíquete médio ante 2007, totalizando R$ 328. Segundo a consultoria e-bit, esse resultado aponta que o consumidor está comprando mais pela Internet e os produtos de alto valor agregado aumentam presença nos carrinhos dos clientes. As compras de bens de consumo feitas pelo canal somaram R$ 8,2 bilhões, confirmando a expectativa de especialistas. O resultado consolidado mostrou que mais de 13 milhões de brasileiros que já compraram pela web pelo menos uma vez. "Certamente veremos o e-commerce evoluir nos próximos anos, porém, de forma mais sutil. Este é um setor maduro na economia e deve apresentar números menos chamativos como vinha ocorrendo em anos anteriores", avalia Pedro Guasti, diretor-geral da e-bit. A expectativa de crescimento para este ano é de 25%.


Fonte: DCI/ Mercado e Consumo
 
3.)    Banda larga tem aumento de 45,9% no País

Os serviços de telefonia celular de terceira geração (3G) incentivaram o crescimento da banda larga brasileira. No ano passado, o número de acessos de internet rápida aumentou 45,9%, chegando a 11,817 milhões. As conexões móveis ficaram com 16,8% do total. No fim de 2007, eram apenas 7,4%. "Muita gente usa o acesso móvel no desktop (computador de mesa), porque onde mora não existe outra opção de tecnologia", disse Mauro Peres, diretor-geral da consultoria IDC Brasil, responsável pelo estudo. Feito sob encomenda para a Cisco, fabricante de equipamentos de comunicação, o estudo apontou que existiam 5,16 conexões de banda larga por 100 habitantes, comparados a 4,6 no primeiro semestre de 2008. O número está abaixo do de países como Chile (8,5), Argentina (7,8) e Uruguai (5,2). "Ainda existe um grande espaço para avançar", disse Rodrigo Abreu, presidente da Cisco do Brasil. O avanço da internet rápida apresentou uma desaceleração no quarto trimestre de 2008, como reflexo da queda nas vendas de computadores. 


Fonte: O Estado de São Paulo
 
4.)    Aumenta presença de público maduro na internet
De acordo com um estudo da Pew Internet, de 2005 a 2008, o maior crescimento na adoção da internet ocorreu no público com idade entre 70 e 74 anos: 19 pontos percentuais. Na faixa acima dos 75 anos, o crescimento foi de dez pontos percentuais. Na população entre 25 e 29 anos, a penetração da internet manteve-se constante em 85%. Um estudo semelhante feito pela Nielsen mostrou que a população com mais de 55 anos representa um terço dos internautas americanos e, normalmente, passa mais tempo online que os mais jovens. O público maduro, porém, tem um comportamento diferente, acessando menos jogos, filmes, sites de redes sociais ou blogs.


Fonte: eMarketer
 
5.)    Comércio móvel alcançará US$ 1,6 bilhão em 2009
Os consumidores estão usando cada vez mais seus celulares para realizar transações financeiras e deverão gastar cerca de US$ 1,6 bilhão em m-commerce neste ano, de acordo com um relatório da ABI Research. Esse montante deverá alavancado por SMS, internet móvel e aplicativos de pagamento móvel. Segundo o levantamento, um volume cada vez maior de pessoas vem adotando usando as versões para celulares de sites como Amazon.com e eBay. Entretanto, a demanda por serviços financeiros móveis está aumentando globalmente, embora haja diferentes fatores impulsionadores. Em países industrializados, por exemplo, os consumidores estão cada vez mais familiarizados com o uso dos celulares para algo além da comunicação por voz. Nas nações em desenvolvimento, os serviços financeiros móveis se tornarão popular como uma alternativa de acesso para a população desbancarizada. 


Fonte: Information Week/Varejo Digital
 
6.)    Redes sociais e blogs são mais populares que email
Segundo uma pesquisa da Nielsen-Online, mais pessoas nos Estados Unidos e outros países líderes da economia digital estão usando mais redes sociais e blogs do que email. Mesmo assim, sites de busca e portais continuam sendo as atividades online mais populares. Entretanto, uma pesquisa do IDC mostra que 43% dos usuários de redes sociais nunca clicam em anúncios e apenas 11% dos que o fazem efetivamente compram algo.


Fonte: eMarketer

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Varejo Eletrônico: Vale a pena entrar nessa?
O que antes era tido apenas como um modismo, ou apenas uma questão de “estar em todos os lugares” para algumas empresas, hoje está mais do que consolidado como um universo à parte, um terreno, uma nova região a ser explorada. Estamos falando de varejo eletrônico. Onde você está?

O retrato do varejo brasileiro na internet é bastante peculiar. Dos varejos que possuem qualquer tipo de referência na internet, que variam de um site próprio (www.loja.com.br), ou até mesmo uma página hospedada em algum portal do segmento ou regional (www.portal.com.br/loja), são poucos aqueles que se aventuraram por utilizar a Internet não apenas como um catálogo ou lista telefônica mais atualizada, e sim, como um verdadeiro canal de vendas.

Os números do varejo eletrônico brasileiro são animadores. Mesmo com uma crise assolando o mundo, o varejo eletrônico brasileiro apresentou um crescimento no ano passado de cerca de 30%, e a perspectiva deste ano é estimada em torno de 20 a 25% de crescimento sobre o ano passado, movimentando cerca de R$10 bilhões em bens de consumo, segundo dados de um levantamento realizado pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, em conjunto com a E-bit, empresa de consultoria especializada no setor. A expectativa é que até o final do ano, seja ultrapassada a marca de 15 milhões de brasileiros comprando pela Internet.

Grande parte desse crescimento espantoso deve-se à ascensão do poder aquisitivo das classes “C”,”D” e “E”, que com maior poder de compra e financiamentos vantajosos, pode ter acesso à bens de consumo como celulares, notebooks e computadores.

A ascensão dessa parcela da população ao mundo virtual talvez fosse o motivo esperado para lojistas pequenos finalmente entrarem na Internet. Se antes apenas consumidores de classes A e B compravam pela Internet, hoje consumidores de classes mais populares vão à Internet principalmente atrás de preços mais atrativos, com o auxílio de ferramentas de comparação de preços, como encontrados nos sites Buscapé ou Bondfaro, ou ainda em sites de leilões eletrônicos, como o Mercado Livre, que no Brasil, perdeu um pouco a característica de leilão, para se tornar para muitos varejistas, principalmente os revendedores de produtos próprios, uma porta de entrada para o comércio eletrônico.

Esse movimento se deu principalmente pela facilidade que esses sites trazem, dispensando a necessidade de servidores próprios ou preocupações como cobrança, segurança, etc.

De olho nesse mercado, sites como Locaweb e Uol lançaram ferramentas próprias, facilitando que os pequenos e médios varejistas possuam seus próprios sites de maneira simples, rápida e principalmente barata, sem qualquer tipo de preocupação. Praticamente uma vitrine online.

A grande vantagem existente na internet é a questão do espaço. Diferente do varejo físico, onde o que importa é a área de vendas, o mix de produtos, ou até mesmo a imponência da fachada, na Internet, todos os concorrentes possuem o mesmo espaço e acabam por diferirem, num primeiro momento, apenas pelo layout gráfico ou atratividade de ofertas na página principal.

Um design atrativo e diferenciado, com bons produtos e ofertas, pode criar oportunidades de venda até mesmo frente à grandes concorrentes do mercado.

Frente a isso, num segundo momento, o que vai importar ao seu cliente é a qualidade de serviço prestada, como a confiabilidade e segurança das entregas, pagamentos e até mesmo, possíveis devoluções.

Conseguindo ganhar num primeiro momento pela oferta, e num segundo momento pela qualidade de serviço prestada, são as chaves de sucesso no mundo digital.

O varejo eletrônico de hoje já não é uma brincadeira ou um modismo. A internet partiu de simples referência digital para uma completa solução comercial. Estar ou não deixou de ser uma opção, para ser tornar a grande chance que sua empresa precisava. Cadê você?


Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
http://falandodevarejo.blogspot.com

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