Reza a lenda que os chapéus, objetos de orgulho e desejo entre todos até a década de 60 por aí, saíram de moda por ignorarem uma regra básica de mercado: considerar as gerações.
Elas mudam, evoluem a forma como pensamos, elas tem uma marca própria em cada época, essas tais de gerações. Um código, quase binário, de como as coisas devem se apresentar.
As tais indústrias dos chapéus não souberam se reinventar para falar a linguagem adequada. Perderam o sinal, caiu a rede, pelo menos na maior parte do mundo. E não usamos mais chapéus, como nossos avós.
Fala-se muito de geração Y e de todo o impacto na forma como nos relacionamos e comunicamos por conta disso. Criar para web ou qualquer outra mídia hoje é diferente de dois anos atrás, de cinco anos, de dez anos. Os signos mudaram. E continuam mudando, a uma velocidade absurda.
Sair criando da sua cabeça é legal, idéias criativas são bacanas. Mas devem entender a
linguagem de quem vai ler. Ter um foco, determinar uma ação e reações.
Desde o Html mais tosco do início da década de 90, passando pela revolução iniciada com o livro "criando sites arrasadores na web" até o uso de flash (pesado pacas), css e hoje a cara "blogueira", interativa e clean dos sites, muita coisa aconteceu.
Web 2.0 surgiu justamente dessa evolução. É só dar uma passeio na evolução dos sites da Microsoft, por exemplo, e a gente entende que, como todo meio de comunicação, os sites acompanham seu público. Sempre.
Basta dar uma olhada no portfolio aqui do CCW e ver como evoluíram as mentes criativas. Sim, porque as ferramentas só evoluem na necessidade que delas temos.
Confira a evolução de vários websites
nesse link.